segunda-feira, 9 de maio de 2011

Final Destination 5

Finalmente chegou o trailer do filme "Destino Final 5".

Esta saga nunca teve muita qualidade, sobretudo no último filme, mas esperemos que todos os responsáveis aprendam com os erros e nos entreguem um filme melhor.

Ao que parece o acidente que ocorre sempre na 1ª parte do filme passa-se numa ponte suspensa.

Existe também uma cena de uma mulher que é submetida a uma cirurgia ao olhos (e parece que algo corre mal).



Aqui está o trailer: http://www.prettymuchit.com/post/5337257284/final-destination-5-trailer

quinta-feira, 28 de abril de 2011

REC 3 Génesis - Updates


Boas notícias!

Foram reveladas algumas imagens do filme REC 3 - Génesis.



Ao que parece, e como referi numa antiga actualização, este filme ocorre antes do primeiro REC. Informações revelam que este incidirá na origem da infecção e algumas cenas passar-se-ão à luz do dia.

Nas imagens podemos ver um casamento; além de uma razão credível para filmar, parece que vamos finalmente perceber o que se passou com a menina Medeiros.

No poster do filme podemos ler "O dia mais feliz da minha vida!".
O filme manter-se-á na perspectiva POV (Perspective of Viewer).




Promete!

sábado, 9 de abril de 2011

Scott Pilgrim vs the World Review



Director: Edgar Wright
Elenco: Michael Cera, Mary Elizabeth Winstead, Kieran Culkin, Alison Pill, Mark Webber...

Scott Pilgrim vs the World é a adaptação ao cinema de uma colecção de comics.
Como leitor destes livros, é-me complicado fazer a crítica, sem me basear neles.
A review de um filme com os objectivos tão pouco esclarecedores como Scott Pilgrim vs the World é difícil, só por si.

Scott Pilgrim (Michael Cera) é um jovem um pouco fora do vulgar. É azarado, pouco popular e, acima de tudo, inseguro. Vive num pequeno apartamento com Wallace Wells (Kieran Culkin), um colega homossexual que é indiferente à maioria das coisas e, em geral, uma pessoa fria e excêntrica. Após um fracasso amoroso, Scott decide refugiar-se dessa amargura arranjando uma nova relação com Knives Chau (Ellen Wong) - uma jovem asiática que é bem mais nova que Pilgrim. Esta idolatra-o. Vê-o como um deus e, após ouvir a banda de Scott (Sex Bob-Omb) tocar, fica completamente obcecada e auto-proclamasse a sua fã número 1.

"Tudo" parece estar bem para Scott; porém, este conhece Ramona Flowers (Mary Elizabeth Winstead) e o seu mundo desaba. Sem saber porquê, Scott fica deslumbrado com a misteriosa jovem. Chegando ao nível da obsessão, Scott não deixa Ramona em paz até que esta ceda e combine um encontro com o desgraçado. Este encontro vai criar uma espécie de "intimidade" entre estes 2 personagens. O que Scott não sabe é que Ramona tem 7 ex-namorados maléficos que estão dispostos a lutar com Scott, para que este não conquiste a donzela dos cabelos rosa.



O filme centra-se então nas lutas de Scott com cada um dos sete ex-namorados de Ramona.


As lutas são tudo menos usuais. Repletas de efeitos especiais que mais parecem retirados de jogos como Street Fighter.
As referências a videojogos (e não só) neste filme são inúmeras - desde falas dos personagens a sons dos mais diversos jogos de vídeo clássicos (Sonic, por exemplo). Inimigos a serem derrotados e a explodirem em moedas, barras de vida nos cantos superiores da tela, etc.

Os efeitos visuais são uma parte essencial em "Scott Pilgrim vs The World". Especialmente nas batalhas, estes foram certamente estudados ao pormenor já que têm uma qualidade inigualável.

Este filme e filmes musicais têm parecenças. Geralmente, nos musicais, as personagens começam a cantar sem razão aparente; neste filme, toda a gente começa a lutar de um momento para o outro. É uma espécie de "Musical Marcial".



Em termos de elenco, este filme é quase perfeito. Michael Cera interpreta um personagem que lhe assenta como uma luva. Infelizmente, gostaria que Mary Elizabeth Winstead fosse menos passiva na sua actuação. Ramona é um pouco apática e neutra em algumas cenas. Surpreendentemente, Chris Evans conseguiu obter o máximo da sua cena e marcar o público como o segundo ex-namorado maléfico.

Este não é um filme para todas as faixas etárias; é possivelmente destinado a quem cresceu na década de 90, com a evolução dos jogos de vídeo (Zelda, Sonic, Mario...). A maioria das pessoas que não esteja familiarizada com este tema vai perder uma boa parte do filme.

É um filme que não se leva demasiado a sério e que nos fornece uma história pateta mas que queremos seguir até ao final. Um bom filme.

Pontuação final - 7.5 em 10.

sábado, 27 de novembro de 2010

Le Fabuleux destin d'Amélie Poulain Review


Director: Jean - Pierre Jeunet
Elenco: Audrey Tautou, Mathieu Kassovitz, Jamel Debbouze, etc.

Le Fabuleux destin d'Amélie Poulain conta-nos a história de Amélie, uma jovem que vive com o seu pai, um homem frio e de poucos afectos, e com a sua mãe, uma mulher extremamente nervosa e impaciente. Devido à frieza do pai, a jovem Amélie só tem contacto paternal no seu exame de saúde mensal. Tal evento é uma excitação para a menina e faz com o seu coração bata a uma velocidade incontrolável. Preocupado que, sempre que faz os exames, o coração da filha está num frenesim, o pai de Amélie diagnostica-lhe uma malformação cardíaca. Amélie é então educada em casa, pela mãe, devido ao seu "preocupante estado de saúde".
Privada da socialização com as outras crianças e do ambiente inóspito onde vive, Amélie refugia-se na solidão e na sua imaginação. Cria um mundo onde todas as respostas são simples.
Após a morte prematura da sua mãe, as tendências anti-sociais de Amélie aumentam. Esta sai de casa ao fim de vários anos e arranja um trabalho numa cafetaria-restaurante. Conhecemos nesse estabelecimento um grupo de personagens que complementam toda a história e que servem sobretudo para momentos de comédia.
Amélie acaba por descobrir, em sua casa, os pertences de criança do antigo morador do seu apartamento. Ela decide então fazer uma boa acção e entregar a caixa de recordações ao indivíduo. Antes de lha entregar Amélie decide então que:
-Se o homem ficar grato pelo seu gesto, Amélie dedicará a sua vida a fazer pequenas boas acções, melhorando assim o bem-estar de todos os que a rodeiam.
-Se, pelo contrário, o homem se mostrar indiferente, Amélie continuará a sua vida normal.
A reacção do homem é de felicidade extrema; Amélie decide então praticar boas acções e descobre o amor sem que, ao início, se aperceba.

Tudo é bom neste filme.

Os actores (dando especial atenção, como é óbvio, a Audrey Tautou - Amélie Poulain) são óptimos.
O próprio filme é o desenvolvimento de personagens. Existe o sentimento de familiaridade com todos os envolventes e o sentimento de compaixão pelo que acontece no decorrer do filme é constante.
O mais surpreendente é como Amélie vê, em coisas tão simples, algo especial; ou como faz perguntas sem qualquer nexo, mas que qualquer um de nós já fez.

Os efeitos especiais não são em excesso; apenas na quantidade necessária para nos transportar para o fabuloso mundo de Amélie, onde tudo é belo e simples.

Não há muito mais a acrescentar em relação a este filme. É simples, por um lado; podemos vê-lo como um filme usual. Mas é a sua simplicidade que o torna tão especial, único e (digamos, ilogicamente) complexo na sua própria maneira de ser.

Uma obra magnífica, diferente de todos os outros filmes. Um hino ao quão maravilhosa a vida pode ser. Ensina-nos a apreciar as coisas mais simples, tornando-as em coisas especiais; fontes de prazer. Um filme que, liberto do modelo americano, consegue triunfar em todos os pontos.

Pontuação final: 9.5 em 10

Trailer


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Saw 3D - Pequena Review



Director: Kevin Greutert

(O que mal se pode chamar de) Elenco: Tobin Bell, Costas Mandylor, Betsy Russell...


Saw 3D utiliza a mesma (péssima) fórmula de Saw V. Muitas armadilhas com pouco contexto para a história.
O nível de sadismo é super elevado, mesmo ao nível do ridículo. Não existe uma história decente, talvez apenas nos últimos 5 minutos do filme.
Essa "tentativa de história" baseia-se:
-Num "suposto" sobrevivente que enfrenta um novo jogo.
-A vingança do Detective Hoffman contra Jill Tuck.
Constatamos o regresso do Dr. Gordon, que aparece em poucas ocasiões, quase nenhumas.

O Billy não vai gostar do 3D... Aliás nem do 3D nem de nada!


O elenco, há excepção de Tobin Bell e Costas Mandylor, é horrível... Patético.
O cameo do vocalista dos Linkin Park, Chester Bennington, é desnecessário.
Não há palavras.

Pontuação Final: 0.5 em 10


Untraceable Review




Director: Gregory Hoblit

Elenco: Diane Lane, Billy Burke, Colin Hanks, Joseph Cross, etc.

Muitos filmes abordam o tema dos perigos da Internet e falham. Untraceable é um thriller que, de uma forma exagerada, exprime o perigo que esta tecnologia representa. Deixa incutida a ideia que a Internet molda a mente dos seus utilizadores, até estes ficarem capazes de práticas desumanas e violentas.

Existe a ideologia, tanto neste filme como em geral, que a Internet é uma espécie de abrigo a assassinos, pedófilos e criminosos (piratas, etc). Algo mais assustador do que este facto (que está eventualmente correcto) é que a maioria das pessoas não se lembra que todos esses indivíduos fazem parte da nossa sociedade. Que estão entre nós, dia após dia. Claro que podem utilizar este meio de comunicação para a propagação das suas acções. Se bem que, a Internet não só permite uma área de intervenção e pesquisa muito mais avançada e saliente. Existem as duas vertentes.

Continuando, e peço desculpa pela parte crítica sobre a sociedade.

Seguimos a história de Jennifer Marsh uma agente do FBI, que tenta apanhar um criminoso que comete os seus crimes e os transmite, em tempo real, na Internet, no site Kill with Me. Este indivíduo põe o destino da vítima nos visitantes do site; quantas mais visitas o site tem, mais rapidamente a vítima morre.


A actriz Diana Lane oferece-nos o seu melhor e todos os outros actores (secundários) têm uma prestação suficiente para suportar o personagem principal.

Pouco, ou nada, é original neste filme. Temos uma típica história de um génio serial killer e a tentativa das autoridades competentes em apanhá-lo. O filme está claramente a tentar ter o sucesso da saga "Saw", baseando-se no sucesso dessa para chegar ao seu público alvo. Essa preocupação é evidente no filme. Tendem a mostrar o sadismo que é característico do "Saw" e não existe a criação de uma história interessante.
Revelar a verdadeira identidade do serial killer a meio do filme também é um grande passo para a perda de interesse por parte dos viewers.
Para finalizar, não temos a percepção do tempo; já que não nos são fornecidos nenhuns pontos de referência temporais. A acção decorre num espaço temporal "aberto", não existindo uma criação de ambiente de suspense.

Concluindo, Untraceable é um filme dispensável. Um misto de "Saw", "Criminal Minds" e dramas familiares.

Pontuação Final: 2 em 10.

Trailer

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Alien Prequel confirmada

Boa ou má notícia?

Cabe a cada um de nós decidi-lo... (Eu considero-a uma péssima notícia)


Alien (1979) é um filme brilhante.
Aliens (1986) é um filme que é melhor, em quase todos os aspectos, que o original. Talvez não se possa considerar um filme de terror, sendo o género de acção mais evidente - farei a review deste filme mais tarde.

Os dois filmes seguintes são, sem dúvida e em comparação aos outros, uma vergonha.

Espero estar enganado, mas esta prequel é possivelmente mais uma produção desnecessária e uma adição inútil a este franchise.

Ao longo dos anos, os fãs de cinema descobriram que quando existem demasiadas sequências a um determinado filme, estas tendem a ser de uma qualidade inferior. É uma regra generalizada e com pouca margem de erro.

Parece que a história vai passar-se no ano de 2085, 30 anos antes de Ellen Ripley (Sigourney Weaver) aparecer.
Vai ter como base a origem das criaturas e talvez tenhamos back story da nave que estava no planeta no primeiro filme da saga.

Claro que podem discordar com este ponto de vista; daí o meu post. Para que haja um cross de opiniões. Comentários serão bem-vindos.

A tripulação original de Alien (1979) iria ficar horrorizada, não por causa do alien; mas sim por causa das malditas sequels.

Zombieland 2 confirmado

Paul Wernick e Rhett Reese confirmaram Zombieland 2.


A história terá a mesma base; porém, há a possibilidade de introdução de novas personages (inclusive uma namorada - love interest - para Tallahassee). O crescimento de Little Rock (Abigail Breslin) também será abordado - uma adolescente a crescer na Zombieland, um mundo sem regras; interessante.

O filme será em 3D, estando a ser pensado para tal tecnologia; nada de conversões nem nada do género. Podemos esperar muito sangue e violência gratuita.

Paul Wernick e Rhett Reese deram uma entrevista onde respondem a algumas questões:

http://www.denofgeek.com/movies/440280/rhett_reese_and_paul_wernick_interview_zombieland_2_bill_murray_deadpool_and_gi_joe_2.html

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Kick Ass 2: Balls to the Wall confirmado

A parte 1 da banda desenhada de Kick Ass 2 já foi publicada. Podemos ver Kick Ass a ser treinado por Hit Girl.

Parece que o filme se vai centrar na opção que Kick Ass tomou, em criar um movimento de super heróis no Facebook, enquanto que Red Mist forma um grupo de vilões.











Mark Millar deu uma entrevista à Comic Book Resources, em que exprime o seu desejo em fazer o volume 2, as intenções de adicionar uma Arlequina para Red Mist, etc.

Aqui está o link:

http://www.comicbookresources.com/?page=article&id=28088

domingo, 21 de novembro de 2010

Zombieland Review



Director: Ruben Fleischer

Elenco: Jesse Einsenberg, Emma Stone, Woody Harrelson, Abigail Breslin e Bill Murray.

Zombieland é um filme que é um misto de comédia, terror e acção. Talvez se possa considerar como a resposta americana ao filme "Shaun of the Dead".

Seguimos a personagem de Jesse Einsenberg, Columbus; um nerd, que tem uma lista de regras que o tem ajudado a sobreviver numa América infestada de zombies. O típico personagem que Einsenber recebe nos filmes e que lhe assenta como uma luva.
Todas essas regras são-nos transmitidas no ecrã, de uma maneira criativa, interactiva (com os personagens) e original. Regras tão simples como "Cuidado com as casas de banho" ou "Pôr sempre o cinto de segurança".

Após um início espectacular, e ao fim de algumas gargalhadas, Columbus acaba por se encontrar com Tallahassee (personagem de Woody Harrelson) que tem uma personalidade completamente diferente da sua. Columbus é medroso, cuidadoso e cheio de regras; Tallahassee é um ass kicker, bad boy e valentão. É ele que sabe como matar os zombies da maneira mais radical e que não tem medo de nada (acabamos, eventualmente, por receber toda a back-story).
A química entre estes dois personagens é brilhante.
O papel destinado a Woody Harrelson também é o que seria de esperar... É o papel que melhor lhe assenta. E a sua missão, a procura insaciável por um Twinkie, é épica. O crème de la crème.

Após um determinado tempo, os nossos heróis conhecem Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin); duas irmãs que são uma espécie de evil team, ao princípio, acabando por serem, mais tarde, as personagens mais compassivas e, ao mesmo tempo, brutais.

Temos o desenvolvimento de personagens incutido na maioria das cenas do filme, e back story suficiente para todos os personagens principais do filme.



O filme centra-se basicamente no dia-a-dia destes indivíduos num mundo que, "por acaso", se encontra devastado por canibais loucos. Uma animada road trip.

Em relação às partes técnicas do filme:

-A banda sonora do filme é bastante boa; é bem atribuída a todas as partes; ao drama (de óptima qualidade; melhor que alguns filmes que só se concentram nesse género!), à comédia, à acção, ao terror, etc...

-A filmagem e edição são brilhantes. A adição da lista de regras de Columbus de um modo interactivo, no filme é inovadora. Os flash backs são inseridos nas alturas mais oportunas e são absolutamente pertinentes.

O elenco é de 5 estrelas. Todas as actuações são sólidas e convincentes. Mais uma vez, e tal e qual como na minha última review (Kick Ass), este filme tem uma rapariga de 12 anos com um enorme estilo.
É impossível não destacar o cameo de Bill Murray em Zombieland. Colossal. Sem dúvida a parte mais cómica do filme.

Zombieland é um filme de uma qualidade indiscutível; humor negro e inteligente com umas pitadas de comédia romântica, uns disparos de acção e muito sangue.
O lado "menos positivo" é que existem minúsculos detalhes que são bastante previsíveis; algo que foi, de certa forma, superado pela qualidade do filme (em geral)- actores, efeitos, etc.

Zombieland entra com facilidade para os meus filmes favoritos. Super divertido e de uma originalidade espectacular.


Pontuação final: 9 em 10.


Trailer